Um grupo de
investigadores norte-americanos acredita que um novo exame ao sangue
permite diagnosticar, com uma precisão de 90%, se uma pessoa tem
probabilidades de desenvolver Alzheimer, até três anos antes da doença
aparecer.
Segundo investigadores norte-americanos, um novo exame ao
sangue consegue identificar, com três anos de antecedência, se uma
pessoa tem probabilidade de desenvolver Alzheimer e até ajudar a que o
tratamento à doença seja bem-sucedido, refere o The Telegraph.
O exame prevê se uma pessoa desenvolve a doença de Alzheimer dentro de três anos, com um nível de 90% de precisão.
Os resultados deste ensaio podem significar um avanço importante no
tratamento desta demência mas implica também dilemas éticos sobre a
vontade de um doente querer ou não receber informação sobre o seu futuro
clinico.
“O Alzheimer começa a desenvolver-se muito antes de começarem a
aparecer os primeiros sintomas, como as perdas de memórias. Mais
trabalhos serão necessários para confirmar esta descoberta, mas se for
possível diagnosticar a doença através destas análises ao sangue, então
pode ser um grande avanço”, afirma Simon Ridley, o responsável pela
investigação.
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